É A MULHER MARAVILHA DISFARÇADA DE MINHA MÃE.
(Fonte: sociedadedospoetasmortos)
“Eram duas meninas ricas, melhores amigas. Seus nomes eram Renata e Helena. Mas como Helena era mais popular, Renata tinha inveja dela. Um dia, no último andar de um prédio, aqueles que não tem nada por fora, apenas um jardim aberto, e que se você se jogar você cai. Enfim, Renata e Helena estavam lá… Helena viu uma flor azul bem perto da ponta do andar, então precisava que alguém a segurasse, senão ela caia. Helena disse: “Rê, me segura para eu pegar a flor azul?” E renata respondeu: “Claro, Lê.” Então Renata segurou Helena… Até uma hora. Renata pensou que se Helena falecesse ela viraria a mais popular. Então disse: “É agora…” e soltou Helena. Passaram-se 20 anos… Renata estava casada, e tinha uma filha. Como era o dia do aniversário de Helena, mas ela havia falecido, fizeram uma homenagem à ela e convidaram Renata, mas ela não queria ir. Seu marido encheu tanto o saco dela que ela aceitou ir, mas a filha teve de ir junto, pois não tinha com quem ficar. Chegaram lá, era no mesmo prédio que Renata havia largado Helena. A filha foi lá com a mãe, no último andar, e o marido ficou lá embaixo, na festa. Quando as duas chegaram havia uma flor idêntica à azul. A filha insistiu em pegá-la, e a mãe concordou em segurá-la. Renata então estava a segurando, mas antes da filha pegar a flor, virou para trás e disse: “Mamãe, dessa vez você não vai me soltar, não é?”
(Fonte: diamonds-of-gold)
Quando eu digo “vai lá” não é pra você ir, animal.
(Fonte: sussurrosdeumamenina)
“— Psiu.
— Fala.
— Para com isso…
— Parar com isso o que?
— De ser tão fria comigo.
— Não estou sendo fria.
— Tá sim.
— Não tô não.
— Tá bom, não está. Mas você mudou.
— Não mudei.
— Mudou.
— Não, não mudei. Quem mudou aqui foi você.
— Eu? Continuo sendo o mesmo.
— Aham.
— Olha lá.
— O que?
— Tá sendo fria de novo.
— Não estou sendo fria, só não quero discutir com você.
— Você tá distante de mim, você tá me evitando.
— Prefiro assim.
— Mas o que foi que eu fiz?
— Nada.
— Nada…
— Tudo bem, o único problema aqui sou eu. Você não tem nada a ver.
— Para de ser modesta. Depois que a gente terminou, você mudou.
— Se fosse só eu… Mas foi eu e você, nós mudamos.
(Silêncio)
— Mô?
— Oi?
— Mô?
— Fala.
— Tá vendo?
— O que?
— Você não nega ainda ser o meu amor.
— E daí?
— Não precisa ficar vermelha.
— Não tô vermelha.
— Tá sim, cada vez mais.
— Cala a boca.
— Você tá linda assim.
— Cala a boca!
— Sinto sua falta.
— Mandei calar a boca.
— Mas…
— Quieto! Também sinto sua falta.
— Mô?
— O que?
— Posso falar?
— Já tá falando…
— Volta pra mim?
— Mas eu nunca fui embora.